quinta-feira, 26 de maio de 2011

STF garante aposentadoria especial a deficiente

STF garante aposentadoria especial a deficiente“Nada mais nocivo, perigoso e ilegítimo do que elaborar uma Constituição, sem a vontade de fazê-la cumprir integralmente, ou, então, de apenas executá-la com o propósito subalterno de torná-la aplicável somente nos pontos que se mostrarem convenientes aos desígnios dos governantes, em detrimento dos interesses maiores dos cidadãos”
“A inércia estatal em tornar efetivas as imposições constitucionais traduz inaceitável gesto de desprezo pela Constituição e configura comportamento que revela um incompreensível sentimento de desapreço pela autoridade, pelo valor e pelo alto significado de que se reveste a Constituição da República”.
Com esses e outros fundamentos, o ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, determinou que o juiz federal Roberto Wanderley Nogueira tenha seu pedido de aposentadoria especial analisado. A decisão foi tomada nesta terça-feira (24/5), no julgamento de Mandado de Injunção ajuizado pelo juiz.
O direito de servidores portadores de deficiências físicas de requerer aposentadoria especial tem previsão constitucional. O parágrafo 4º do artigo 40 da Constituição autoriza a fixação de regime diferenciado de aposentadoria aos servidores deficientes ou que exerçam atividades físicas arriscadas ou prejudiciais à saúde.
O direito, contudo, nunca foi regulamentado por lei pelo Congresso Nacional. A omissão legislativa privilegiou por muito tempo a máxima do “ganhou, mas não levou”. Na prática, os servidores tinham o direito, mas não podiam requerê-lo por falta de fundamento legal.
Veja: (Abaixo-assinado a favor da aposentadoria especial para pessoas com deficiência)
Mas a demora em garantir o direito fez com que o Supremo venha determinando que se aplique, por analogia, a regra prevista no artigo 57 da Lei 8.213/91, que regula os planos de benefícios da Previdência Social. De acordo com a norma, “a aposentadoria especial será devida, uma vez cumprida a carência exigida nesta Lei, ao segurado que tiver trabalhado sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, durante 15 (quinze), 20 (vinte) ou 25 (vinte e cinco) anos, conforme dispuser a lei”.
Foi o que fez também o ministro Celso de Mello ao acolher o Mandado de Injunção do juiz Nogueira. Determinou que o pedido de aposentadoria especial seja analisado de acordo com as regras existentes na lei de 1991, já que o Congresso insiste em não regular o tema em lei específica.
Na decisão, o ministro Celso de Mello critica de forma enfática a omissão legislativa sobre o tema. Principalmente porque a Administração Pública, que não regulamenta a matéria, se nega a analisar os pedidos de aposentadoria especial porque diz que não há regra que regule o tema. De acordo com o decano do STF, não faz sentido que a inércia dos órgãos estatais “possa ser paradoxalmente invocada, pelo próprio Poder Público, para frustrar, de modo injusto (e, portanto, inaceitável), o exercício de direito expressamente assegurado pela Constituição”.
Ainda segundo o ministro, “o Poder Público também transgride a autoridade superior da Constituição” quando deixa de fazer aquilo que ela determina. Celso de Mello ressaltou que o governo não pode fazer valer a Constituição apenas naquilo que lhe interessa.
“Nada mais nocivo, perigoso e ilegítimo do que elaborar uma Constituição, sem a vontade de fazê-la cumprir integralmente, ou, então, de apenas executá-la com o propósito subalterno de torná-la aplicável somente nos pontos que se mostrarem convenientes aos desígnios dos governantes, em detrimento dos interesses maiores dos cidadãos”, frisou.
Clique aqui para ler a decisão do ministro Celso de Mello


Fonte: deficienteciente.com.br

Abertura da Copa no Brasil poderá ser marcada por feito científico

http://videos.band.com.br/Exibir/Abertura-da-Copa-no-Brasil-podera-ser-marcada-por-feito-cien/2c9f94b43018588d01301f55a28403ef?channel=669,
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fonte: eband.com.br

terça-feira, 17 de maio de 2011

Manifesto

 No Brasil hoje vivemos um genocídio silencioso, os lesados medulares, ou seja, pessoas que quebraram a coluna e lesionaram a medula, necessitam de tratamento de reabilitação, uma grande parte que mora no interior, não tem acesso a tal reabilitação.
Um lesado medular não reabilitado, pode vir a óbito, por uma dezena de enfermidades, decorrentes de sua condição. Mas, esse genocídio não começa aqui, depois de reabilitado, o lesado medular, necessita de vários materiais e medicamentos pra sua sobrevivência.
O material de cateterismo é fundamental em sua reabilitação, pois um lesado medular, na maioria dos casos, não consegue urinar por vontade própria, então necessita de material para o procedimento, este material por sua vez, é muito caro. O estado brasileiro em suas diversas esferas, desde o municipal, estadual até o federal, na maioria dos casos, não fornece este material, salvo em algumas poucas cidades brasileiras, onde os próprios lesados medulares, entraram com ação no ministério público local, para conseguir o mesmo.
Vejamos, é direito constitucional, o direito a saúde, como ter saúde, se não tem o material, que é necessário pra manutenção dela? Sem o material de cateterismo, o lesado medular cria pedras na bexiga, ureteres, rins e este estado clínico, pode causar falência renal, e em casos extremos, a morte. (Dúvidas? Converse com um urologista a respeito).
E os remédios? São extremamente caros, principalmente os que servem pra dor crônica, uma parte destes lesados medulares, sofrem de dor neuropática, esta dor não é curável com analgésicos comuns, eu faço parte condição, graças a Deus, no estado onde moro atualmente, o Paraná, tem um programa chamado: Paraná sem dor. Este por sua vez, concede os medicamentos necessários. E os outros? Existem uma série de enfermidades pós-traumáticas, o conjunto destes medicamentos, torna a vida do deficiente, infinitamente mais cara, e ainda tem os ignorantes, que acham nossas vagas bonitas, eles não sabem o que passamos.
Peço em nome dos lesados medulares, que o governo em suas esferas, investiguem minhas denuncias, e comprovem a realidade dos fatos, no Brasil, são executados dezenas, ou centenas, de lesados medulares, não tenho esses dados, mas, a sociedade brasileira de nefrologia (http://www.sbn.org.br/) e urologia (http://www.sbu.org.br/), devem conhecer o que digo. Devem ter dados sobre o que lhes escrevo agora.
Não gosto de correntes, não encaro isso como uma corrente, mas, se você manda emails pelas crianças da áfrica, pelos animais mortos, repassem este email, são vítimas humanas! Em nosso país! Que morrem todo dia, pelo descaso. Agora, se você encara como uma corrente, mande a todos que você conhece, quem sabe com isso, sensibilizamos alguém do governo, a fazer alguma coisa a respeito.

Por: Rick Villar 2011 ©® é profissional de TI, escritor e ativista da causa da acessibilidade.

Fonte: ser lesado

Cadeira de rodas adaptada ajuda pessoas paralisadas a caminha

Aparelho utiliza sensores e motores para erguer paciente.
Criada em 1997, tecnologia estará à venda para centros médicos em 2011.
O israelense Radi Kaiuf, que se machucou durante o serviço militar e ficou com parte do corpo paralisada, usa um dispositivo conhecido como “ReWalk”, que auxilia pacientes a se locomover. O aparelho foi desenvolvido em 1997, após seu criador, Amit Goffer, sofrer acidente de carro. (Foto: Oded Balilty / AP Photo)
As “pernas” robóticas utilizam sensores e motores para permitir ao usuário ficar de pé, andar e até subir escadas. Após as fases de testes clínicos realizados nos Estados Unidos e em Israel, a tecnologia agora estará à venda para centros médicos em todo o mundo a partir de janeiro de 2011. As imagens foram divulgadas nesta sexta-feira (3), mas originalmente feitas em 17 de novembro. (Foto: Oded Balilty / AP Photo)


fonte: globo.com/g1

referência: ser lesado

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Besterol que contamina


 

 Olá galera, hoje estava em casa assistindo os besterol que passa todas as tardes na televisão, quando coloquei na REDETV, e me deparei com o programa da SÔNIA ABRÃO (A tarde é sua), diga-se de passagem, um péssimo programa, um besterol sem fim, estava escrito no roda pé da tv, ( mãe diz que filha ficou deprimida após médico dizer que não andaria mais) foi o suficiente pra me revoltar, alias não com a filha da mulher e sim com a sônia abrão que martirizou o médico por dizer isso.

 É óbivio que ninguem quer ouvi isso, como eu não queria, como meus amigos lesados medulares tambem não queriam ouvir. Entendo a dor da mãe, mas se ela quer ficar iludida com as fantasias da vida aí ja é algo muitissimo pessoal, é mais que justo e obrigatório um médico dizer que a pessoa não vai mais andar quando sofre uma lesão na medula, todo ano cresci o numero de acidentes no brasil que acarreta em lesão medular, e se esse for o diagnóstico aí é fisioterapia psicologia e etc, nem sempre sua grande fé vai te corresponder, só na cabeça na SÔNIA ABRÃO, que falou em rede nacional que o médico estava errado em declarar a patologia do paciênte e confimou que tinha que ser processado (só na legislação dela) que tem dois advogado no programa com ela e pelo jeito faltaram em algumas aulas de direito, depois quer pregar contra o preconceito, sendo que uma pessoa que não se aceita por qualquer deficiêcia está sendo precoceituoso com sigo mesmo, assim como a SÔNIA ABRÃO, que tambem está sendo preconceituosa em falar que o médico está errado em informar a mãe da moça que ela não vai andar, infelizmente muitos hoje não andam por conta de acidente e nem por isso está esperando um milagre para do nada sair andando da cadeira de rodas. SER DEFICIÊNTE É SER HUMANO TAMBEM, e não impedi ninguem de ser feliz, a não ser que ela não queira e prefere esperar o grande milagre.
As vezes achamos que estamos imune das tragédia, eu pensava assim, como a maioria tambem pensa, achamos que só vai acontecer com o próximo, mas não é assim, seja qual for seu problema, a superação é sempre maior, viva a superação fuja da depressão seja feliz e se orgulhe de você mesmo seja qual for seu problema ou deficiêcia ( você e capaz de mudar o mundo) Deus é bom e milagroso, mais ele quer sua atitude de superação.


sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sequelas profundas

ATÉ ACIDENTES DOMÉSTICOS PODEM DEIXAR CONSEQUÊNCIAS GRAVES. SAIBA COMO EVITAR TRAUMATISMOS E APRENDA COM QUEM SE SEPERA DIARIAMENTE.



Todos os anos, no Brasil, milhares de pessoas são vítimas de traumatismos cranianos e da coluna vertebral, chamados de neurotraumas, ocasionados por acidentes de trânsito, quedas, prática de esportes e atos de violência. “Em muitos casos, esses acidentes poderiam ser evitados já que a maioria não está relacionada à fatalidade”, garante o neurocirurgião José Marcus Rocha, presidente da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN). Falta, segundo ele, uma maior conscientização da população e alguns cuidados especiais. E as causas de neurotraumas não são apenas as colisões de trânsito.

Diversos tipos de ações rotineiras e aparentemente inofensivas também entram na lista de acidentes que podem terminar em neurotraumas: sentar em cadeira inclinada sobre duas pernas, subir escada sem segurar no corrimão, pular em piscinas e rios sem verificar a profundidade antes, soltar pipas em laje das casas. “Sabemos que mergulho em água rasa também é um grande problema e poderia ser evitado se colocassem avisos e ensinassem as crianças a avaliar a profundidade do local em que está nadando”, diz Miguel Giudicissi, neurologista e membro da SBN.

De acordo com dados fornecidos pela entidade, aproximadamente R$ 9 bilhões são destinados anualmente ao atendimento de casos de trauma. Em 2005, o Governo Federal investiu, em média, R$ 300 por cidadão na saúde, sendo que cada vítima grave de trauma custou cerca de R$ 100 mil aos cofres públicos (incluindo tratamento pré-hospitalar e hospitalar, gastos consequentes das sequelas, perda de produtividade, reabilitação e perdas materiais).

No último ano, mais de 60% das indenizações pagas pelo Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) foram para as vítimas de acidentes envolvendo motociclistas. Eles também lideram as estatísticas por invalidez permanente de reembolso de despesas, e em quase 70% dos acidentes em moto, a vítima é o próprio condutor.

Estima-se que ocorram 10 mil novos casos de lesão medular no Brasil por ano. Fabiano Robson Zampieri, de 37 anos, é um dos milhares de personagens
inseridos nesta estatística. Em novembro de 2005, ele sofreu um grave acidente de moto que o deixou parcialmente tetraplégico. Após tratamento e fisioterapia, ele reconquistou parte dos movimentos dos braços.

Desde então, explica, não conseguiu mais trabalhar como mecânico de motos, profissão que se especializou durante anos, e confessa que tudo poderia ser diferente se ele não estivesse em alta velocidade (perto de 140 km/hora), quando se chocou de frente com um carro que entrou na contramão e o acertou em cheio. “Não tive tempo de pensar, frear ou até mesmo desviar. Tudo aconteceu em segundos e eu não me lembro de nada; fui levado desacordado para o hospital, com muitos ferimentos e, durante 3 meses, permaneci em coma; passei por vários tratamentos, procedimentos, fiquei
muito mal, mas sobrevivi graças a Deus e à equipe de profissionais que cuidaram de mim”, pontua.
“O fato de ocorrer um trauma leve não significa que não haverá sequelas. Hoje existem estudos mostrando que pequenos traumas em crianças podem levar a alteração de atenção e dificuldade de aprendizado. O trauma grave ou de maior intensidade pode levar à paralisia ou ao coma e, neste caso, apresentar como sequela um estado vegetativo em que jamais o paciente acorda”, explica Giudicissi. “A melhor forma é a prevenção, por isso a Sociedade Brasileira de Neurocirurgia criou o 'Projeto Pense Bem', que é uma forma de ensinar principalmente aos escolares como se prevenir de traumas”, completa.

Dor física e emocional
Desde o acidente até o final de 2009, Zampieri enfrentou uma internação após a outra, passando por muito desconforto tanto físico como emocional. “Nesse período, mal ficava em casa e logo surgia um novo problema, a maioria em decorrência de infecções urinárias e feridas espalhadas pelo corpo, as chamadas escaras e úlceras de pressão que se formam quando ficamos muito tempo deitados ou sentados numa mesma posição”, relembra.

Com o editor de videografismo, Renato Matos Petkevicius, hoje com 33 anos, a 
história foi um pouco diferente. Aos 20 anos, durante uma festa de confraternização entre amigos numa chácara, ele sofreu uma queda na piscina que o deixou tetraplégico.

Petkevicius faz questão de frisar que o acidente aconteceu por imprudência dele: ao pular várias vezes de um lugar inadequado, caiu de mau jeito dentro da água e bateu com a cabeça no fundo da piscina, provocando o trauma.
 Petkevicius, que é amante dos esportes, viu sua rotina de capoeira e bodyboarding, ser trocada pela realidade de internações e tratamentos. Teve ainda que reaprender coisas básicas como escovar os dentes sozinho, levar o garfo com a comida à boca ou usar um computador. “Cada conquista era muito boa, ficava muito feliz, como uma criança na fase das descobertas”, relata.

  Atualmente, Petkevicius trabalha editando e criando vinhetas para material de divulgação de uma empresa em São Paulo e executa outros serviços como freelancer na área de comunicação. Em seus projetos pessoais, incluem crescimento profissional, ter uma família e ser autossustentável. “Hoje vou a diversos lugares, saio com a minha namorada, viajo, faço tudo o que gosto, claro, com limitações, pois preciso de uma pessoa me auxiliando 24 horas. Mas o que posso afirmar com precisão é que hoje vivo um dia de cada vez e da melhor maneira possível”, finaliza.

fonte: folha universal


quinta-feira, 5 de maio de 2011

Polilaminina, um pesquisa brasileira.


A polilamina . uma proteina humana, esta sendo estudada por pesquisadores da UFRJ e colaboradores, orientados pela Biologa Dra. Tatiana Sampaio (imagem a esquerda). Eles realizaram um praparo especial nesta proteinas e fizeram testes em ratos com lesão medular aguda, o resultado foi surpreendente, com uma recuperação motora funcional. Recentemente, o estudo já esta em fase final para ser testados em humanos, toda uma equipe de profissionais, vamos estar preparados para fazer as primeiras injeções ainda neste ano. Inicialmente serão incluidos apenas pacientes com lesão medular grave e aguda, ate uma semana pós trauma
 
 
Fonte: http://www.savespine.net

domingo, 1 de maio de 2011

Superação da deficiência física através do esporte

Acidentes, doenças, e armas de fogo. Milhões de pessoas no Brasil sabem bem o que algum deles representa: dificuldade de locomoção na cidade, preconceito velado, e muitas vezes o trauma do impacto da deficiência adquirida. Uma pesquisa feita em 2008 pela Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) mostra que os acidentes de trânsito são a principal causa de paraplegia e tetraplegia entre os pacientes atendidos pela instituição na cidade de São Paulo. Nos casos de acidentes, a maioria sofreu lesões medulares quando se envolveu em quedas de motos.
O levantamento foi feito com 195 adultos e crianças atendidos com lesão medular na unidade da AACD no Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. Deste total, 55 sofreram acidentes de trânsito, 52 foram feridos por armas de fogo, 27 tiveram quedas, oito acidentes de mergulho, um teve ferimento por arma branca e oito sofreram a lesão por outros motivos.
Além disso, 44 pacientes tiveram causas não traumáticas da lesão, como tumores e infecções. Muitos desses pacientes não têm mais perspectiva de vida. Eles ficam traumatizados e escondidos em casa. É aí, que as portas do esporte se abrem.
O esporte é uma excelente ferramenta para a inclusão dos deficientes físicos na sociedade. Independente da lesão que tenha causado a deficiência, um dos passos importantes para a reabilitação do paciente é o contato com algum esporte.
Geralmente, a natação é o esporte mais recomendado pelos médicos. Porém, com o final da reabilitação do paciente, chega á hora de encarar novamente o mundo. E por que não encará-lo conhecendo um novo ambiente? Gols, cortadas, raquetadas, e os pontos e vitórias se acumulam.
A paixão pelo esporte desenvolve-se rapidamente, e aquele deficiente físico, muitas vezes visto como coitadinho, mostra que não é bem assim. A linha entre o amadorismo e o profissionalismo é tênue.O treinamento e a rotina dos paraatletas é tão puxado ou mais que o treino de um atleta olímpico.
O que falta para eles é atenção, reconhecimento e principalmente: patrocínio. Sim, somos diferentes, mas todos são capazes. A fórmula é adaptar ao estilo de cada um. Assim sempre teremos campeões na vida, e no esporte.O lugar mais alto do pódio lhe aguarda.


Fonte: globo.com/g1

Referencia: ser lesado

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