sexta-feira, 29 de julho de 2011

Vibrador masculino será lançado no mercado, ajudará os que têm algum tipo de lesão medular

Empresa norte-americana lança aparelho eletrônico que promete ereção sem a necessidade de medicamentos
A empresa norte-americana Reflexonic lançou um novo método para provocar a ereção nos homens sem a necessidade de medicamentos. A novidade é o novo vibrador “Viberect”, que promete solucionar o problema de homens com disfunção erétil.
O aparelho é recomendado ao público masculino incluído nos índices de diabetes, doença vascular, neuropatias. Ajuda os que têm algum tipo de lesão medular com disfunção ejaculatória, e também é indicado aos homens com idade avançada.
De acordo com a empresa, o objetivo do “Viberect” é “gerar sucessivos (e suaves) estímulos nervosos a fim de que eles resultem em um evento vascular, preenchendo, portanto, o corpo cavernoso do pênis com sangue, resultando e mantendo sua ereção”. O tempo médio para que o resultado seja alcançado é de cinco a dez minutos.

O produto deve custar em torno de US$300,00 e só poderá ser adquirido com prescrição médica. A empresa argumenta que vale a pena pagar o preço, e compara o custo do equipamento aos tratamentos com diversos métodos, como injeções, remédios, pílulas, e ervas medicinais.
A empresa pretende expandir a venda do aparelho para outros países, e a América Latina está inclusa na lista, mas por enquanto, ele estará disponível apenas nos Estados Unidos a partir do dia 15 de agosto.


fonte: ser lesado

Secretaria realiza 2ª Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania a partir de 30/07

O objetivo é mobilizar e conscientizar a sociedade para a implementação e consolidação de políticas públicas que contemplem os direitos das pessoas com deficiência

Entre julho e dezembro de 2011, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a União de Vereadores do Estado de São Paulo (UVESP), Rede Lucy Montoro e com o apoio do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência (CEAPcD), realiza a 2ª Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania.

A Caravana tem o objetivo de mobilizar e conscientizar a sociedade para a necessidade de implementar e consolidar políticas públicas que contemplem os direitos das pessoas com deficiência.

Segundo estimativas atuais, no Estado de São Paulo há cerca de 5 milhões de pessoas com deficiência, mais de 26  milhões no Brasil, que exigem condições específicas para o pleno exercício de sua cidadania.

Os encontros abordarão temas fundamentais para a plena inclusão da pessoa com deficiência, com destaque para: Educação Inclusiva, Trabalho e Renda, Ações e Programas Prioritários da Secretaria, Direitos  e Cidadania da Pessoa com Deficiência, entre outros.

A Caravana tem como publicoalvo prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, autoridades municipais, gestores públicos, pessoas com deficiência, familiares e representantes da sociedade civil em todos os Municípios do Estado de São Paulo.

As palestras serão ministradas por especialistas da área, representantes da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, entre outros. A coordenação geral dos encontros é do Assessor Político Carlos Alberto Cruz Filho.

A Caravana é aberta a todos.

SERVIÇO:

DIA  30 DE JULHO - SÁBADO
DAS 9H AS 13H
LOCAL: ESTAÇÃO DO IDOSO
ENDEREÇO: RUA DR JOÃO CONCEIÇÃO, 659 - PAULISTA - PIRACICABA - SP

Confira, abaixo, as cidades por onde percorrerá a Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania:

30/07    PIRACICABA

13/08    OLÍMPIA

27/08    MOGI DAS CRUZES

10/09    CATANDUVA

24/09    LENCÓIS PAULISTA

08/10    ASSIS

22/10    ITAPETININGA

12/11    ARARAQUARA

26/11    PARIQUERA AÇÚ

10/12    SÃO PAULO (CAPITAL)

Mais informações:

- Assessoria de Comunicação da UVESP: (11) 3384.6746 / 3884.6661

- Coordenadoria de Políticas Públicas da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência:
(11) 5212.3700, Carlos Cruz.



  FONTE: SECRETARIA DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

quarta-feira, 27 de julho de 2011

'Eu me sinto feliz salvando vidas', diz cadeirante que integra blitz Lei Seca

Cerca de 30 cadeirantes vítimas de acidentes trabalham na operação no RJ

Rodrigo Vianna/saci
Conscientizar motoristas sobre os perigos do álcool na direção. Essa é a missão de um grupo de cadeirantes vítimas de acidentes no trânsito que há mais de 2 anos trabalha na Operação Lei Seca, no Rio de Janeiro. Durante uma blitz, realizada na noite de quinta-feira, dia 22 de julho na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio do Janeiro, eles compartilharam suas histórias com pessoas abordadas pelos agentes.

Enquanto a equipe montava a tenda e interditava parte da pista, um grupo de três cadeirantes vestia os coletes da operação e separava os panfletos que seriam distribuídos. Um deles é o mecânico Márcio da Silva Alcântara, 39 anos, que ficou tetraplégico após um acidente em 1993. Ele afirma que passou a ser visto de outra forma desde que começou a trabalhar nas ruas.

“As pessoas me olhavam como um inútil, um coitado que estava todo quebrado em cima da cama, e hoje eu vou para a rua e vejo que consigo salvar vidas, incentivando as pessoas que forem dirigir que não bebam, ou vice-versa, porque não quero ver ninguém na minha situação. Eu me sinto feliz salvando vidas. É o melhor prêmio que eu tive na minha vida”, disse ele.

Márcio, que também é jogador de rúgbi em cadeira de rodas, passou 13 anos na cama até ser convidado pelo governo a participar da operação como agente. Ele disse que no dia do acidente tinha exagerado na bebida e que não tinha consciência do que aquilo poderia lhe causar. “Eu estava sob o efeito do álcool e peguei a moto para trabalhar. Dois ‘caras’ tentaram tomar a minha moto, eu tentei fugir e não pensei na hora, e acabei batendo no carro e quebrei o pescoço”, contou.

"Passar a nossa experiência é uma obrigação"

Com fôlego de sobra, o funcionário público Marcelo de Oliveira Santos, de 29 anos - paraplégico desde que caiu de moto após ser atingido por um motorista com sinais de embriaguez – divide o tempo entre o trabalho no Departamento de Trânsito do Rio (Detran-RJ) e na campanha de conscientização e educação. Para ele, é uma oportunidade “de mostrar a realidade de forma crua”.

“Eu comecei em 2009. Até então eu fazia apenas campanhas pela minha ONG. Para mim, é uma oportunidade incrível de passar para as pessoas a realidade, de mostrar o nosso valor. A gente tem que dar o nosso melhor. Passar a nossa experiência é uma obrigação. No fim, sinto que ajudei a evitar mais uma morte no trânsito”, afirmou.

Em vigor no Rio de Janeiro desde 19 de março de 2009, a Operação Lei Seca realiza blitzes em vários pontos do estado e já conseguiu evitar que mais de 5,2 mil pessoas fossem vitimadas no trânsito, com ferimentos, mutilações ou mortes, segundo a Subsecretaria estadual de Governo. Além dos cadeirantes, policiais militares e funcionários do Detran-RJ participam da ação.

A abordagem é simples: após ser parado na blitz, o motorista salta do veículo e segue para o teste do bafômetro. É nessa hora que os cadeirantes entram em ação e tentam alertar e sensibilizar as pessoas. Veterano nas operações na Barra da Tijuca, o músico Geraldo Batista, de 62 anos, disse que ganha cerca de quatro salários mínimos por mês pelo trabalho na operação.

“Eu estava desempregado quando eles (governo do estado) me chamaram e eu aceitei na mesma hora. No início eu não sabia muito bem do que se tratava, mas logo após as primeiras reuniões eu comecei a entender bem. Nós trabalhamos durante a noite, pelo menos três vezes por semana, e, além de ser gratificante, isso ajuda muito a gente e mostra que nós somos capazes”, disse ele.

Quando se trata de teste do bafômetro, multas, prisões e apreensão de carros e carteiras de motorista, as reações, segundo Geraldo, vão de risadas a escândalos e xingamentos: “Teve uma vez que um homem bêbado parou com o carro e durante a abordagem dormiu na calçada, ele foi acordado e ainda tentou fugir com o carro, arrastando até os cones. Acabou na delegacia”, disse.

Anjos da guarda

Com a sua cadeira posicionada ao lado da tenda, o mecânico Márcio da Silva Alcântara tentava chamar a atenção das pessoas, algumas até com sinais de embriaguez. Ao ser questionado como classificaria a sua função no meio de tantos agentes, ele respondeu sem titubear: “me sinto como um anjo da guarda”.

Atualmente, cerca de 30 cadeirantes participam da Operação Lei Seca no Rio. Além das blitzes, eles também realizam palestras em escolas e campanha em bares e estádios. “No começo as pessoas ficavam desconfiadas, mas agora fazemos até amigos”, contou Marcelo.

Dezoito anos após o acidente, Márcio da Silva Alcântara tem planos e sonha até com uma vaga na seleção brasileira paraolímpica de rúgbi. “Agora eu sinto que eu posso mais. Quando a gente fica cadeirante a nossa família também fica. Na época do acidente, meu pai perdeu o emprego e minha mãe largou o trabalho para cuidar de mim. Hoje eu não sou mais aquele homem que passou parte da vida na cama, eu tenho um motivo para viver”, completou ele.

fonte: saci

Justiça de SP decide que deficientes poderão ter CNH profissional

Legislação anterior impedia o uso de carros adaptados em atividade remunerada

A Justiça Federal em São Paulo determinou que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) mantenha uma resolução que regula o exame de aptidão física e mental às pessoas portadoras de deficiência e revoga proibições anteriores, que impediam a habilitação de pessoas com deficiência para as categorias profissionais (C, D e E). O Contran havia definido que "ao condutor de veículos adaptados será vedada a atividade remunerada".
O órgão sustentava que a medida violava o principio da legalidade, da igualdade e da livre iniciativa. Na ocasião, a liminar foi concedida parcialmente, o que motivou a publicação da nova resolução pelo próprio Contran. A Justiça afirmou que a Lei federal n.º 7.853/1989 estabelece as "normas gerais que asseguram o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiências, e sua efetiva integração social".

fonte: saci

sábado, 23 de julho de 2011

Lançado Programa Via Rápida Emprego: 330 vagas para pessoas com deficiência

Os cursos são intensivos e têm curta duração, de no máximo três meses. Em 2011, são oferecidas 30 mil vagas em 401 municípios, para mais de 130 cursos nos setores de construção civil, comércio, indústria e serviços.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, lançou nesta quinta-feira 14, na Escola Técnica Estadual Parque Belém, na zona leste da capital, o Via Rápida Emprego, com a participação de diversos secretários, entre eles, a Doutora Linamara Rizzo Battistella, Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O programa oferece cursos gratuitos e auxílio financeiro para qualificação profissional, de acordo com as demandas regionais.
Em 2011, são oferecidas 30 mil vagas em 401 municípios, para mais de 130 cursos nos setores de construção civil, comércio, indústria e serviços. São 2.528 vagas na capital, 3.952 na Região Metropolitana de São Paulo e outras 23.520 no interior e na Baixada Santista. Até 2014 serão mais de 400 mil beneficiários.
Para as pessoas com deficiência, o Via Rápida oferece 330 vagas exclusivas. São cursos específicos, entre eles os de garçom, auxiliar de escritório e operador de computador. As modalidades foram criadas em parceria com instituições que atendem pessoas com deficiência.
"Um programa inclusivo. Não tem vestibular e ainda quem precisar vai ter uma bolsa pra poder se capacitar. Quem tiver desempregado e não recebendo seguro-desemprego ou benefício previdenciário recebe uma bolsa de R$ 210 durante o curso. Se durar um mês, é uma bolsa, se durar dois meses, duas bolsas. Serão cursos rápidos, que a pessoa faz em 80, 120 e 200 horas. Nós também vamos pagar R$120 reais para a pessoa poder ter acesso ao transporte", afirmou o governador.
Para participar é preciso ter idade mínima de 16 anos, ser alfabetizado e residir no Estado de São Paulo. Os alunos receberão material didático e subsídio de transporte no valor de R$ 120. Os desempregados sem seguro desemprego ou benefício previdenciário também têm direito à bolsa-auxílio mensal de R$ 210 durante o período do curso, podendo receber o total de R$ 330.
As turmas iniciais estão previstas para agosto. Os cursos têm duração de 30 a 90 dias e serão realizados de segunda a sábado, de manhã ou à tarde, nas Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) do Estado de SP e em unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), do Senac São Paulo (Atendimento Corporativo), do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat), da Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape) e da Associação para Valorização de Deficientes Visuais e Amigos (Adeva).
As aulas envolvem duas modalidades, de acordo com o grau de escolaridade dos alunos: Conhecimentos Gerais, ministradas por professores capacitados pela Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap); e Conhecimentos Específicos, por profissionais especialistas.
Entre as opções de estudo estão higienização de alimentos, panificação artesanal, assistente administrativo, informática, mecânica, eletricista, logística, motorista de táxi, produção de açúcar e álcool, recepção, atendimento e outras.
A oferta de cursos do Via Rápida é baseada em avaliações permanentes da demanda, feitas com informações do Emprega São Paulo, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), além dos diagnósticos regionais elaborados pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade).
As inscrições podem ser realizadas a partir de 14 de julho, somente pelo site http://www.viarapida.sp.gov.br/.

Fonte: the efficienete/blog

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Rio é multado em mais de R$ 5 bi por não adaptar prédios públicos a deficientes


Desde abril de 2010, multa diária para edifícios não acessíveis é de R$ 10 mil
Entrar em um prédio público no Rio de Janeiro deveria ser fácil para qualquer morador do Estado. Mas ainda não é para os mais 2 milhões de deficientes físicos, que por lei deveriam ter acesso facilitado nesses locais desde abril de 2010. A multa diária para os prédios não acessíveis é de R$ 10 mil. O MP (Ministério Público) e o IBDD (Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência) entraram na Justiça do Rio de Janeiro com pedido de execução de multa de R$ 5,016 bilhões contra a União, o Estado e o Município pelo descumprimento da lei.
A lei estadual tem como base o decreto federal 5.296, de 2004, que estabeleceu que os prédios públicos em todo o Brasil deveriam ter acessibilidade a partir de 3 de junho de 2007.
De abril do ano passado até 13 de janeiro deste ano, data em que o pedido foi protocolado na Justiça, a multa era de R$ 5,016 bilhões, segundo informaram o MP e o IBDD. Entretanto, considerando os demais meses deste ano - de 13 de janeiro até este mês -, a multa já ultrapassa os R$ 8 bilhões, segundo cálculo feito pela reportagem do R7 a partir de determinação judicial.
A quantia se refere a 26 prédios da União, 533 do Estado e 1.393 do município que, segundo o relatório dos próprios administradores entregue à Justiça, ainda não estão adaptados. O valor foi calculado a partir da sentença da juíza da 6ª Vara Federal Regina Coeli que determinou, em abril de 2009, que todos os prédios públicos do Rio fossem adaptados no prazo de um ano. Para os deficientes, o direito de ir e vir deveria ser para todos. A cadeirante Cristiana Costa, que é administradora e trabalha no centro da cidade, onde fica concentrada a maioria desses prédios, relata a dificuldade de entrar em alguns edifícios.
- Se eu precisar tirar uma carteira de trabalho no Ministério do Trabalho, eu não consigo entrar no prédio, porque tem uma escadaria enorme. Eu preciso passar pela situação constrangedora de pedir e depender de alguém para me carregar no colo. É um absurdo. Se algum cadeirante quiser resolver qualquer problema em relação à sua cidadania, não consegue.
Em nota, o governo do Rio informou que, desde 2007, vem reformando prédios públicos do Estado para garantir a acessibilidade das pessoas com necessidades especiais.
A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro diz não questionar o mérito da lei, que está sendo cumprida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. No entanto, informou que existe um recurso sob apreciação do Tribunal Regional Federal e outro no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, que discute o valor da multa e a data do início da cobrança.
De acordo com o governo do Estado, já existem vários imóveis completamente ou parcialmente adaptados aos portadores de necessidades especiais, como delegacias legais, a Secretaria de Segurança Pública, a Procuradoria Geral do Estado, prédios dos fóruns, entre outros.
Já a Prefeitura do Rio diz que todos os novos projetos desenvolvidos garantem a todos, inclusive idosos, a plena acessibilidade. Quanto à adaptação dos prédios públicos construídos há décadas, alguns tombados pelo patrimônio, a prefeitura informou que estuda a melhor forma de promover a adaptação desses espaços.


fonte: r7.com

quarta-feira, 20 de julho de 2011

III Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência chama inscrição de expositores

Encontro Internacional acontecerá de 24 a 26 de Outubro de 2011

Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência

Reserve sua agenda para o III Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência, que se realizará de 24 a 26 de Outubro de 2011.

Este ano, o tema do evento será "O Desenho Universal na Indústria Brasileira", tendo por objetivo discutir quanto os princípios do Desenho Universal vem influenciando as empresas brasileiras.

Gostaríamos de contar com sua participação e colaboração, dando sugestões sobre o programa do Seminário, bem como se inscrevendo e/ou indicando potenciais expositores para a Exposição de Inovação em Tecnologias Assistivas.

Como nos anos anteriores, a Comissão Organizadora selecionará projetos inovadores, entre centros de pesquisa, universidades e empresas, nacionais e internacionais, a serem apresentados em estande gratuitamente cedido, escolhidos a partir de três critérios essenciais: (i) evidente inovação, (ii) não disponibilidade no varejo convencional, e (iii) representar avanço nos processos de reabilitação e/ou atividades da vida diária das pessoas com deficiência.

Envie sua proposta, detalhando o que pretende expor, para chjunior@sp.gov.br até 19 de Agosto de 2011. Os expositores selecionados serão divulgados até 26 de Agosto de 2011.

Fonte: saci

Deficientes físicos têm dificuldade para tirar CNH na região do Vale do Paraíba

São José dos Campos é a única cidade que tem autoescola com veículo adaptado, e banca examinadora

Redação
Deficientes físicos que querem dirigir encontram uma dificuldade que vai além das provas e exames necessários para tirar a habilitação. São José dos Campos é a única cidade da região onde há banca examinadora e uma autoescola preparada para receber esses alunos. Quem mora em Jacareí, por exemplo, precisa vir para a cidade vizinha.
Fernanda Alves teve uma perna amputada após uma trombose, e dentro de casa faz tudo com a ajuda de muletas. Ela só se cansou mesmo do transporte público para deficientes. “Eu cheguei a pegar um ônibus na praça, e quando estava quase chegando ao meu bairro, fiquei de pé porque ninguém me deu lugar para sentar”, conta. Decidida a ter o próprio carro, ela foi procurar uma autoescola pra tirar a habilitação, foi quando veio a surpresa. “Fui a quatro autoescolas e nenhuma delas tem carro adaptado”, explica.
A maioria das cidades brasileiras não tem autoescolas autorizadas ou preparadas para dar aulas de direção em carros especiais, adaptados para deficientes. Em Jacareí não é diferente. Fernanda, por exemplo, não tem condições financeiras de se deslocar para São José dos Campos, a cidade mais próxima que tem uma autoescola com carro especial. O proprietário de uma autoescola da cidade Demésio da Mota justifica a falta dos veículos adaptados. “A demanda é pequena, se tivesse um consórcio, onde as autoescolas pudessem se adaptar e todas elas ter um carro em conjunto como uma espécie de cooperativa, acho que atenderia a necessidade”, afirma.
Por lei as autoescolas não são obrigadas a ter um carro especial. As empresas alegam que é impossível ter um carro para todos os tipos de deficiência, pois cada limitação vai exigir uma adaptação diferente. Segundo o Detran, é permitido que o deficiente aprenda a dirigir no próprio carro. Neste caso, ele precisa ter o veículo adaptado antes de saber dirigir. “Muitas vezes o carro tem que ser automático, o mais comum da adaptação é o volante, a embreagem, e o freio”, conta o proprietário da autoescola.
Mas mesmo assim, Fernanda precisaria viajar para outra cidade, já que a dela não tem examinadores especiais autorizados pelo Departamento de Trânsito. São eles que avaliam a deficiência, indicam a adaptação no carro e aprovam a carta do portador. O delegado da Ciretran de Jacareí, José Roberto Avanci, explica qual o caminho certo nestes casos. “Aqui no Vale do Paraíba todos vão até São José dos Campos, onde existe uma banca especial que avalia o candidato, assim como também existe uma autoescola, com veículos adaptados e autorizados pelo Detran, para que se faça todo o procedimento para que o interessado venha a obter sua Carteira Nacional de Habilitação”.
Fernanda ainda espera uma solução. “Só que eu não moro em São José dos Campos, moro em Jacareí. E eu quero levar uma vida normal, como todo mundo”. Mesmo fazendo as avaliações e aulas em São José dos Campos, o delegado indica que os interessados dêem início ao processo de habilitação na Ciretran da cidade onde mora. Cada Delegacia de Trânsito faz então o encaminhamento para São José.

Fonte. saci

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Acessibilidade será tema de seminário internacional em agosto

Objetivo é debater a acessibilidade para pessoas com deficiência em lugares turísticos


Um tema bastante comentado atualmente, a acessibilidade, será discutido em um Seminário Internacional nos dias 3 e 4 de agosto. O encontro será no Recanto Park Hotel, em Foz do Iguaçu.
Dentre as questões a serem discutidos acerca do tema principal, estão: políticas públicas do governo federal para as pessoas com deficiência; acessibilidade em locais e edificações de interesse turístico; desenho inclusivo: urbanismo, turismo e lazer; entre outras.
As inscrições para o “Seminário Internacional de Acessibilidade – Uma responsabilidade Profissional” são gratuitas e já estão abertas pelo site: www.creaweb.crea-pr.org.br/webtemp/cnp_partic/seminario_acessibilidade.aspx.

fonte: saci

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Lei de Cotas entra em debate nesta quarta-feira

Às véspera de completar 20 anos, os debates em torno do respeito a Lei de Cotas ganham força total



A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, localizada à Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 portão 10 – Barra Funda – São Paulo, recebe os organizadores do Seminário “Lei de Cotas 20 anos: Chegamos ao fim, ou não?” em seu mini-auditório, sala 1 do 2º andar, das 09:00 às 11:30 horas. O Seminário acontecerá em 22 de Julho com a participação de 500 pessoas. Até ontem estavam inscritas 320 pessoas.
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados faz audiência pública sobre BPC e Trabalho para Pessoas com Deficiência. A audiência pública tem como objetivo discutir como o Beneficio de Prestação Continuada pode vir a incentivar a pessoa com deficiência a entrar no mercado de trabalho. Foram convidados o Ministro do Trabalho, Carlos Lupi; o Presidente do CONADE, Moisés Bauer; a Sub procuradora Geral do Trabalho, Maria Aparecida Gugel; e o Vice-Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Coordenador do Espaço da Cidadania, Carlos Clemente. A audiência pública será dia 06 de Julho as 14:00 horas no Plenário 9 – Anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília.
Já o Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco discute Previdência Social nesta quinta-feira. O 32º Ciclo de Debates sobre CIPAS, Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais será encerrado nesta quinta-feira, dia 7, com a palestra do Drº. Antonio José de Arruda Rebouças, um dos maiores especialistas do assunto no país. O debate será realizado na Sede do Sindicato, na rua Erasmo Braga, 307, em Osasco. Inscrições gratuitas através do e-mail geraldo.assessoria@sindmetal.org.br. Mais informações no telefone 3651-7200.

Fonte: saci

terça-feira, 5 de julho de 2011

Morador reclama de falta de acessibilidade

NO ABC paulista, calçadas são tomadas por árvores e degraus

Camila Brunelli
O péssimo estado de conservação das calçadas do ABC paulista transforma caminhadas em desafios mesmo para cidadãos sem problemas de locomoção. Quem depende de muletas ou de cadeiras de rodas, então, enfrenta maratona diária para chegar a seus destinos. Calçadas esburacadas, raízes de árvores que ocupam todo o espaço do pedestre, entulho, degraus altos demais e falta de rampas de acesso são alguns dos problemas que esses cidadãos enfrentam.
Foi o caso do auxiliar de compras José Carlos Romero, 48 anos. Morador da Vila Euclides, em São Bernardo. Ele só se deu conta da dificuldade da tarefa quando torceu o pé em uma atividade de integração na escola da filha, no dia 4 de junho. Como dependeu de muletas durante aproximadamente três semanas, se viu diante de um novo desafio: percorrer três ou quatro quadras para chegar ao Centro. "De muletas já é bem mais difícil de andar. Não existe uma superfície que seja confiável para o apoio delas. Imagine a situação de um cadeirante, para ele, é praticamente impossível", disse. "A pessoa é obrigada a andar pela via pública, que tem trânsito intenso devido às atividades do Poupatempo."
Na ladeira Henrique Alves dos Santos, a poucos metros do Poupatempo, um dos principais obstáculos é criado por moradores que, ao comprarem suas casas, fazem pequenas escadas e deixam degraus de até 60 centímetros de altura entre uma garagem e outra. Romero disse que entulho e raízes de árvores também tomam as calçadas, impossibilitando a passagem de cadeirantes e de idosos. "Não há espaço suficiente entre a árvore e o muro para que se passe usando muletas ou cadeira de rodas", afirmou.

Fonte: saci.org.br / Diario do Grande ABC.

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