terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sete irmãos sofrem de doença rara e usam cadeiras de rodas, no ES

Segundo neurologista, a doença rara é genética e progressiva. Distrofia muscular atingiu os irmãos na adolescência.


Uma família de Venda Nova do Imigrante, na região Serrana do Espírito Santo, sofre de um problema raro e impressionante: dos 14 filhos de dona Rosalina Carnieli, sete são cadeirantes. A aposentada possui seis filhas e oito filhos, sendo que os cadeirantes são todos homens, e apenas o mais novo não precisa utilizar cadeira de rodas. Segundo médicos, a doença rara é uma distrofia muscular progressiva, em que os movimentos das pernas são perdidos. E o que mais chama a atenção é que todos os irmãos apresentaram a doença na adolescência.
De acordo com os irmãos, a partir dos 15 anos de idade os problemas começaram a aparecer em cada um. "A gente começou a cair e tomar tombos. Tinha vez que a gente caía e conseguia levantar, mas depois foi piorando e a gente só levantava se escorando, até não andar mais", conta Amirton Carnieli, o mais velho, com 63 anos. "Eu tentava andar e não conseguia, comecei a chorar muito. Aí tive que ir pra cadeira", lembra Jair Carnieli, outro irmão cadeirante.
Diante de tanto sofrimento, a família tentou de tudo para buscar respostas para a doença rara. Na época, a mãe levou os filhos ao Rio de Janeiro para buscar tratamento, onde enfim foi diagnosticada a rara distrofia muscular.
Dos homens, apenas o irmão caçula Deusdete Carnieli, não foi acometido pela doença. Ele ajuda a família como lavrador e auxilia nos serviços de casa, além de dar uma força para os irmãos. "Continuo andando e trabalhando. Tiro eles da cama, ajudo a dar banho", diz. Apesar de ser saudável, segundo o neurologista Francisco Mário, o filho mais novo da família ainda pode apresentar os sintomas. "Ele provavelmente está em uma fase pré-clínica e pode manifestar a doença mais tarde", afirma.
Médico explica doença
Para o neurologista Francisco Mário, a doença vem de família e é tipicamente masculina. "É uma doença genética rara e progressiva. É hereditária e ligada ao cromossomo x, ou seja, se manifesta particularmente nos homens. As mulheres são portadoras, apenas transmitem e não apresentam a doença", explica.
E apesar do avanço da medicina desde que os irmãos passaram a apresentar a doença, ainda não há cura para a deficiência. "Nessa fase em que a doença está, há tratamento de fisioterapia e psicoterápico, mas não há medicação para reverter a doença. Apenas atenua com medidas paliativas" afirma o neurologista.
Apesar de tudo, sorrisos
Como uma típica família de interior, dona Rosalina teve muitos filhos. "Casei e trabalhava na roça. Engravidava e continuava trabalhando de dia. A noite ganhava o neném, passava mal, mas no outro dia já continuava trabalhando, lavando roupa e fazendo tudo. Depois tinha filho de novo", recorda Rosalina.
Mesmo com a doença rara, os irmãos tentam manter a animação e os sorrisos dentro de casa. "Eles levantam 'pra frente' e continuam falando besteira, rindo, estão nem aí", diz Maria Helena Carnieli, irmã dos cadeirantes. E um deles arrumou outro motivo para continuar se alegrando. Há três anos, Amirton arrumou uma companheira para lhe ajudar e eles moram juntos desde então. "Achei uma mulher para ficar comigo e tomar conta de mim, estou bem mais animado hoje do que quando estava sozinho", conta.

Fonte: saci

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Nova Faze

 Ola galera, hà muito tempo não falo nada sobre mim aqui no blog, pois estou eu aqui para falar.
Como o título ja esta falando, NOVA FAZE é sobre isto que falarei, como ja havia aqui em outras postagem, antes de sofre o acidente eu era estudante de enfermagem, estava no segundo semestre da faculdade e adorava a área da saude e até hoje gosto muito da area porque preciso dela, mas após o ocorrido eu fiquei parado sem estudar durante 2 anos, neste período começei a me apaixonar pelo DIREITO totalmente oposto a saúde rs, mas me interessei muitissimo pela área, fui muito questionado com relação a essa mudança bruta (diga-se de passagem) e realmente percebi que era isso mesmo que queria, primeiro que me interessei, e segundo que comecei a gosta muito e visei o campo, pois hoje sou um deficiênte e nem todas as áreas seria tam acessivel conforme minhas necessidades, eo o Direito é super abrangente hoje para o meu caso, claro que não escolhi a área só por esse motivo, como já havia dito eu comecei a gostar muito da área e ja me considero um apaixonado pelo direito.
 Hoje sou um estudante de Direito e estou muito feliz com essa nova faze...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

lutador de MMA ficou paraplégico em luta de Bar nos EUA

Jeffrey Dunbar, de 20 anos, sofreu grave lesão no pescoço durante luta em octógono montado em bar. Ele não mexe as pernas e mãos, e perdeu a fala

A Polícia de Joliet, no estado de Illinois, abriu uma investigação envolvendo o caso de um lutador de MMA dos Estados Unidos que ficou paraplégico durante uma evento amador. O americano Jeffrey Dunbar, de 20 anos, lutava há apenas um ano e foi participar de um evento de MMA em um bar da cidade no dia 17 de dezembro do ano passado. Durante o combate, ele fez um movimento brusco para tentar sair de uma posição e forçou o pescoço contra a grade do octógono, o que acabou deixando-o paralisado. Dunbar perdeu os movimentos das pernas, das mãos, e a fala.
Lutador Jeffrey Dunbar (Foto: Chicago Tribune)No hospital, Jeffrey Dunbar ganhou um cinturão de presente de seu treinador
Foi a sétima luta de Jeff, como é conhecido. De acordo com os médicos, ele provavelmente não voltará a andar. O lutador permanece internado e é submetido a fisioterapia diária. A Procuradoria pediu a revisão do caso e que seja investigada a segurança do local.
Lutador Jeffrey Dunbar (Foto: Chicago Tribune)

Fonte: G1

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Pessoas com deficiência estão encontrando emprego no setor metalúrgico de SP

Pesquisa divulgada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco revela que a maioria das empresas da região com mais de 100 funcionários cumpre a Lei 8.213/91, conhecida como lei de cotas para pessoas com deficiência.

da Redação
Pesquisa divulgada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco revela que a maioria das empresas da região com mais de 100 funcionários cumpre a Lei 8.213/91, conhecida como lei de cotas para pessoas com deficiência.

De acordo com a pesquisa, a maioria dos contratados na Lei das Cotas tinha algum tipo de deficiência física, seguidos de problemas auditivos, deficiência visual, intelectual, deficiências múltiplas e reabilitados.

Segundo chefes das empresas que contratam esses trabalhadores, em geral eles são muito dedicados, atenciosos e superam os limites. Alguns empresários, depois de ter experiência positiva, contratam pessoas com deficiência além da cota obrigatória.

De 2003 a 2011 os Auditores-Fiscais do Trabalho inseriram no mercado, por meio de ações de fiscalização, 170.518 mil pessoas com deficiência. Somente em 2011 foram cerca de 34.395 mil. A metodologia utilizada em grande parte do país é de notificação coletiva, orientações e, finalmente, a fiscalização. Mas a baixa escolaridade e a falta de formação profissional desses trabalhadores têm sido um problema para a inclusão, que poderia ser muito maior face aos milhões de pessoas com algum tipo de deficiência no país. A falta de qualificação, muitas vezes, é suprida pela própria empresa que contrata, com treinamentos e cursos.

A experiência positiva do pólo metalúrgico de Osasco se contrapõe a um debate estabelecido na Câmara dos Deputados, em que parlamentares questionam a lei de cotas e criticam a fiscalização trabalhista, afirmando que as exigências são exorbitantes e prejudicam as empresas. Está aí a comprovação de que há exemplos contrários ao entendimento dos parlamentares que, ao invés de somar esforços para incluir essa parcela da população, perpetua a exclusão.

Fonte: Rede saci

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Proposta aumenta cota de pessoas com deficiência em empresas privadas

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2973/11 que aumenta a cota obrigatória para contratação por empresas pessoas com deficiência e pessoas reabilitadas.


Pela legislação atual, as empresas com mais de 100 empregados estão obrigadas a contratar entre 2% e 5% de pessos com deficiência ou reabilitados em seu quadro de empregados. A proposta institui essa obrigação para as empresas com mais de 30 empregados e amplia o percentual máximo para 8%, em vez dos 5% atuais.

CotasPela proposta, as cotas deverão ser preenchidas na seguinte proporção:
- entre 30 e 200 empregados – 2%;
- entre 201 e 500 empregados – 4%;
- entre 501 e 1.000 empregados – 6;
- mais de 1.000 empregados - 8%.
Aguinaldo Ribeiro, o Deputado que propôs a emenda, argumenta que, apesar de a contratação obrigatória de portadores de deficiência ter mudado o cenário do mercado de trabalho, a inserção desses profissionais ainda é pequena. Ele argumenta que o aumento da contratação de deficientes por empresas contribuirá para reduzir o preconceito contra esses profissionais.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; Trabalho, de Administração e Serviço Público; Seguridade Social e Família; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Saci

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Justiça obriga Rafinha Bastos a recolher DVDs com piadas sobre deficientes; humorista comenta

Decisão ainda cabe recurso


A Justiça de São Paulo concedeu liminar que proíbe a venda do DVD "A Arte do Insulto", que contém piadas sobre pessoas com deficiência física e mental, confirmou ao UOL o advogado Paulo Ricardo Gois Teixeira, que representa a Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de São Paulo) e as pessoas com deficiência. Segundo Gois, Rafinha também está proibido de fazer esse tipo de piada em seus shows. Cabe recurso.
O advogado destaca que a ação corre em segredo de justiça, por isso não podem ser divulgadas mais informações sobre o caso. "O que posso dizer é que algumas lojas já foram notificadas a cancelar a comercialização do DVD, mas cabe ao Rafinha Bastos fazer o recolhimento do material pelas lojas do Brasil", afirmou Gois.
A Apae, que entrou com a ação cível contra o humorista no dia 9 de janeiro, ainda solicita que Rafinha se retrate publicamente pelos danos causados à imagem pública dos deficientes. O caso ainda se desenrola na justiça e pode trazer outros prejuízos a Rafinha Bastos. Se condenado, o humorista poderá pagar 100 mil reais para a Apae, 100 mil reais para fundo de defesa dos direitos difusos e 10 salários mínimos (cerca de 6 mil reais) a cada associado da Apae que se sentir ofendido pelas piadas.
O secretário municipal da pessoa com deficiência e mobilidade reduzida, Marcos Belizário, autor intelectual da ação, entrou em contato com o UOL para esclarecer detalhes do processo. "Humor tem que ter limite, não pode ser uma coisa nojenta", afirmou.Leia a entrevista.
Por e-mail, Rafinha Bastos comentou a decisão, mas não disse se entrará com recurso. "Eu acho o material que lancei absolutamente reprovável. Se eu tivesse no lugar da justiça, também impediria a venda de um produto tão ofensivo. Achei a atitude rápida, afinal, criei as piadas agorinha entre 2004 e 2006. Aos 120 mil amigos que compraram o DVD, peço que queimem suas cópias".
"A propósito, já faço outro show desde o ano passado chamado 'Péssima Influência'. Quem quiser me processar, está convidado a pagar para assisti-lo", afirmou.

Fonte: uol.com

Postagens populares